Na fazenda de meu pai eu dancei com uma cabocla que me chamou Tapui.
Nos seus olhos vi o que só poderia ser Deus a sorrir numa infinita e intocável pureza.
Segui minha amiga, nos caminhos da mata fechada e ela me prometeu que nunca me perderia.
Voltei à fazenda mas nunca mais voltei a mim.

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