Um lindo caminho de crisântemos brancos abria-se e subia as montanhas verdejantes como um rio crescendo no seu caudal, serpenteando pelos céus adentro, subia até ao templo cristalino que jorrava sobre o mundo inteiro infinitos feixes de luz e, ao olhar um certo tempo, cada raio de luz ganhava forma humana e começava descendo o serrado, levitando até mim.
A peregrinação foi enchendo os caminhos e o horizonte.
E o povo de luz abraçava-me sem me tocar.
Um amor profundo, cálido sussurrava...
As Almas dão, as Almas dão....

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